A Segurança do Trabalho é uma área estratégica dentro das empresas. Mais do que cumprir exigências legais, ela protege vidas, reduz custos com afastamentos e melhora a produtividade. Para que a gestão seja realmente eficiente, é essencial transformar dados em informações claras — e é exatamente aí que entra o dashboard de Segurança do Trabalho.
Neste artigo, você vai entender como estruturar, quais indicadores usar e o passo a passo para criar um dashboard completo de SST.
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Antes de abrir o Excel ou qualquer ferramenta de BI, responda:
O dashboard será gerencial, operacional ou estratégico?
Quem vai usar: CIPA, SESMT, RH, gestores ou diretoria?
Ele será usado para prevenção, controle legal ou tomada de decisão?
Exemplos de objetivos:
Reduzir acidentes
Controlar EPIs
Acompanhar afastamentos
Monitorar treinamentos obrigatórios
Atender auditorias e fiscalizações
Um dashboard completo de Segurança do Trabalho normalmente envolve:
Cadastro de colaboradores
Registro de acidentes e incidentes
CATs emitidas
EPIs entregues e vencimentos
Exames ocupacionais (admissional, periódico, demissional)
Treinamentos obrigatórios
Inspeções e não conformidades
Afastamentos e dias perdidos
O ideal é centralizar tudo em um banco de dados único, padronizado e com campos obrigatórios.
Um bom dashboard de Segurança do Trabalho deve conter, no mínimo:
Quantidade de acidentes por período
Acidentes com e sem afastamento
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Setor / função / local
Taxa de frequência
Taxa de gravidade
Dias perdidos
CATs emitidas
Exames em dia x vencidos
Afastamentos por CID
Colaboradores aptos e inaptos
EPIs entregues por colaborador
EPIs vencidos
Custo por setor
Controle de CA e validade
Treinamentos realizados
Treinamentos vencidos
% de colaboradores capacitados
Quantidade por área
Grau de risco
Status (aberta, em andamento, resolvida)
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Antes de pensar no visual:
Padronize datas, setores, funções e tipos
Crie IDs únicos para funcionários
Separe tabelas (funcionários, acidentes, EPIs, treinamentos, exames)
Use tabelas estruturadas
Evite digitação livre sempre que possível (use listas suspensas)
Isso garante um dashboard confiável, escalável e fácil de manter.
Um dashboard completo pode ser dividido em abas ou blocos, por exemplo:
Total de acidentes
Dias sem acidentes
% EPIs em dia
% treinamentos válidos
Gráficos por mês, setor, tipo, gravidade
Mapa de calor ou ranking de áreas
Exames vencendo
Afastamentos
Aptos x inaptos
Controles visuais de vencimento
Indicadores de conformidade
Utilize:
Tabelas dinâmicas
Gráficos dinâmicos
Segmentações de dados
Linhas do tempo
Formatação condicional
Um dashboard de SST profissional deve:
Atualizar automaticamente
Importar dados de planilhas ou sistemas
Ter validações
Evitar digitação manual em excesso
Gerar alertas visuais (cores, ícones, semáforos)
Se possível, utilize:
Power Query
Macros VBA
Conexão com banco de dados
Formulários de entrada de dados
Controle acesso às planilhas
Registre histórico
Padronize processos
Valide os números
Faça backups periódicos
Lembre-se: dados de SST envolvem questões legais, trabalhistas e de saúde.
Um dashboard completo de Segurança do Trabalho vai muito além de gráficos bonitos. Ele é uma ferramenta de prevenção, gestão de riscos e apoio à decisão.
Quando bem construído, ele permite:
Antecipar problemas
Reduzir acidentes
Melhorar auditorias
Apoiar o eSocial
Proteger vidas e o negócio
Se você trabalha com SST, RH ou gestão, dominar esse tipo de dashboard é um grande diferencial profissional.
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